quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gaia Education - Design em Sustentabilidade

http://gaia2009.blogspot.com/

É um curso de âmbito mundial, é dado simultaneamente em todos os continentes e diz respeito à técnicas de sustentabilidade em vários níveis e setores.Conteúdo:O currículo está organizado como uma mandala que aborda quatro dimensões intrínsecas da experiência humana: Dimensão Social; Dimensão Ecológica; Dimensão Econômica; Dimensão Visão de Mundo.

Dimensão Social
·Construindo Comunidade, Abraçando Diversidade;
· Ferramentas de Comunicação, Resolução de Conflitos, Facilitação e Tomada de Decisão
· Liderança Circular num Mundo de Imprevisibilidade e Complexidade;
· Celebração da Vida e Arte;
· Vizinhança Sustentável, Biorregionalismo e Globalização.

Dimensão Ecológica
. Desenho Integrado;
· Bioconstrução e Restauração Ecológica;
· Produção Local de Alimentos;· Tecnologias Apropriadas e Responsáveis;
· Restauração e Conservação da Natureza.Dimensão Econômica· Transformar a Economia Global em Economia Social;
· Sustento Justo;
· Investimentos Socialmente Responsáveis;
· Bancos Éticos e Moedas Comunitárias;
· Captação de Recursos, Questões Legais e Financeiras.

Dimensão Visão de Mundo
· Visão Holística Integrada;
· Escuta e reconexão com a Natureza;
· Despertar e Transformação da Consciência;
· Saúde Integral;· Espiritualidade Socialmente Engajada.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3tese_de_Gaia

A Hipótese de Gaia, também denominada como Teoria de Gaia, é uma tese que sustenta ser o planeta Terra um ser vivo. A hipótese foi apresentada em 1969 pelo investigador britânico James E. Lovelock, afirmando que a biosfera do planeta é capaz de gerar, manter e regular as suas próprias condições de meio-ambiente. Para chegar a essas conclusões, o cientista britânico, juntamente com a bióloga estadunidense Lynn Margulis analisaram pesquisas que comparavam a atmosfera da Terra com a de outros planetas, vindo a propor que é a vida da Terra que cria as condições para a sua própria sobrevivência, e não o contrário, como as teorias tradicionais sugerem.

O nome Gaia é uma homenagem à deusa grega Gaia, da Terra. Vista com descrédito pela comunidade científica internacional, a Teoria de Gaia encontra simpatizantes entre grupos ecológicos, místicos e alguns pesquisadores. Com o fenômeno do aquecimento global e a crise climática no mundo, a hipótese tem ganhado credibilidade entre cientistas. - Gaia, Géia ou Gê era a deusa da Terra, como elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora quase absurda. Segundo Hesíodo, ela é a segunda divindade primordial, nascendo após Caos. Tal como Caos, Gaia parece possuir uma natureza forte, pois gera sozinha, Urano, Pontos e as Montanhas. Hesíodo sugere que ela tenha gerado Urano com o desejo de se unir a alguém semelhante a si mesma em natureza. Isso porque Gaia personifica a base onde se sustentam todas as coisas, e Urano é então o abrigo dos deuses "bem-aventurados".

- Pacha Mama, do quíchua Pacha ("universo, mundo, tempo, lugar") e de Mama ("mãe"): "Mãe terra" , é a deidade máxima dos Andes peruanos, bolivianos, do noroeste argentino e do extremo norte do Chile. Pacha Mama é uma Deusa, que produz, que engendra. Sua morada está no Carro Branco (Nevado de Cachi), e se conta que no cume há um lago que rodeia uma ilha. Esta ilha é habitada por um touro de chifres dourados que ao mugir emite pela boca núvens de tormenta. O mito de Pacha Mama referia-se primitivamente ao tempo, talvez vinculada de alguma forma com a terra: o tempo que cura as dores, o tempo que distribui as estações, fecunda a terra. Pacha significa tempo em linguagem kolla, porém com o transcurso dos anos, as alterações da língua, e o predomínio de outras raças, terminou confundindo-se com a terra. Dia primero de agosto é o dia de Pacha Mama. Nesse dia se enterra em um lugar próximo da casa uma panela de barro com comida cozida. Também se põe coca, yicta, álcool, vinho, cigarros e chicha para alimentar Pacha Mama. Nesse mesmo dia deve-se pôr cordões de fio branco e preto, confeccionados com lã de lhama enrolando-se à esquerda. Estes cordões se atam nos tornozelos, nos pulsos e no pescoço, para evitar o castigo de Pacha Mama.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sequência Fibonacci




Leonardo Pisano ou Leonardo de Pisa (11701250) - também conhecido como Fibonacci após a sua morte - foi um matemático italiano, dito como o primeiro grande matemático europeu depois da decadência helênica. É considerado por alguns como o mais talentoso matemático da Idade Média. Ficou conhecido pela descoberta da sequência de Fibonacci e pelo seu papel na introdução dos algarismos árabes na Europa


Na prática: você começa com 0 e 1, e então produz o próximo número de Fibonacci somando os dois anteriores para formar o próximo. Os primeiros Números de Fibonacci (sequência A000045 na OEIS) para n = 0, 1,... são
0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377, 610, 987, 1597, 2584, 4181, 6765, 10946...
Esta seqüência foi descrita primeiramente por Leonardo de Pisa, também conhecido como Fibonacci (Dc. 1200), para descrever o crescimento de uma população de coelhos. Os números descrevem o número de casais em uma população de coelhos depois de n meses se for suposto que:
- no primeiro mês nasce apenas um casal,
- casais amadurecem sexualmente (e reproduzem-se) apenas após o segundo mês de vida,
- não há problemas genéticos no cruzamento consangüíneo,
- todos os meses, cada casal fértil dá a luz a um novo casal, e
- os coelhos nunca morrem.


Na espiral formada pela folha de uma bromélia, pode ser percebida a sequência de Fibonacci, através da composição de quadrados com arestas de medidas proporcionais aos elementos da sequência, por exemplo: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13... , tendentes à razão áurea. Este mesmo tipo de espiral também pode ser percebida na concha do Nautilus marinho.




terça-feira, 10 de março de 2009

Não se deixe enganar*


Enquanto você imagina estar protegendo a Natureza, em verdade pode estar apenas aumentando o lucro das grandes corporações

Por Ariane de Assis Jordão
ariane@universoespirita.com.br

A emissão de gás carbônico na atmosfera do nosso planeta é o problema ambiental mais sério que enfrentamos no presente. As previsões para o clima e, especialmente, para a vida humana, num futuro não muito distante, dizem que, a menos que consigamos diminuir a emissão de gases de “efeito estufa” em pelo menos 50%, o aquecimento global provocará efeitos extremamente danosos. Estamos diante de uma catástrofe anunciada. O derretimento de calotas polares e geleiras irá elevar o nível das águas dos oceanos, fazendo desaparecer ilhas e faixas litorâneas densamente povoadas. O superaquecimento das regiões tropicais e subtropicais intensificará o processo de desertificação. A destruição dos habitats de espécies vegetais e animais fará com que elas desapareçam. As mudanças de temperatura irão multiplicar as secas, enchentes e furacões. E a previsão é de fome para metade da Humanidade.
Como se vê, é um problema que só se resolve encontrando novas formas de produção de energia e de bens, alternativas para o uso dos veículos movidos com derivados de petróleo e, gradativamente, substituindo a gasolina e o diesel por outros combustíveis. Enfim: diminuindo a emissão de gases.
No entanto, alguns artifícios de marketing são utilizados pelas indústrias para adiar o que é urgente. Um deles virou instrumento de publicidade de uma rede de postos de combustível, que anuncia: “abasteça e neutralize o carbono emitido pelo seu carro”. A idéia consiste num cartão de crédito que é usado para pagar abastecimento em postos credenciados e, segundo informam, parte do valor pago é investido em programas de neutralização de carbono como, por exemplo, em plantio de árvores.
A campanha recebeu validação de uma empresa de auditoria e certificação de produtos, a qual garante haver sido desenvolvida “uma metodologia que lhe dá o embasamento teórico e estabelece as equações necessárias para chegar às estimativas de emissões de gás carbônico a partir do uso do cartão nos postos”. Isto não está em discussão.
Contudo, relatório publicado na revista científica Nature diz que algumas crenças sobre as árvores e o seu papel na absorção de carbono podem estar erradas. Ele afirma que jovens florestas que acumulem materiais orgânicos em decomposição podem emitir mais CO2 que são capazes de absorver.
Além disso, “neutralizar” significa “anular, eliminar”. Não aparece no dicionário como sinônimo de “compensar”. Isto resume um dos aspectos falaciosos da campanha: fazer você pensar que pode eliminar um problema quando está simplesmente fazendo uma compensação, compensação essa condicionada ao fato das árvores prometidas serem efetivamente plantadas e dos estudos científicos estarem errados.
O maior engano, porém, está em achar que se resolve o problema do aquecimento global pagando para alguém plantar árvores enquanto se continua poluindo o meio ambiente.
Há muito tempo em nossa sociedade têm sido propostas soluções com respeito à Natureza que não envolvem verdadeira conscientização e mudança de atitude, mas apenas a crença de que investimentos e tecnologia darão conta dos estragos que temos feito em nosso planeta. A realidade é que, ou paramos de jogar lixo em nossa casa, ou vamos morrer atolados e sufocados por ele. Enquanto nos enganarmos por soluções falsas ou paliativas, estaremos agravando o problema e diminuindo nossas chances de resolvê-lo.
Precisamos reconhecer nossa responsabilidade moral diante dos seres viventes na Terra e de nós mesmos, e operar transformações profundas em nossa forma de viver, em vez de continuar fazendo o mesmo que sempre fizemos e dando dinheiro para alguém que pode deixar nossas consciências menos pesadas, enquanto contabiliza seus lucros.

Para saber mais:
- Aquecimento Global Brasil, vídeo.
- Plantar uma Árvore é Ótimo, artigo disponível no Portal Aprendiz.

ARIANE DE ASSIS JORDÃO é educadora e pesquisadora espírita.
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Este artigo foi publicado na Revista Universo Espírita, Edição 62

segunda-feira, 9 de março de 2009

Flores? Gansos?


Onde: Connecticut/EUA
Foto: Rita Foelker.

Olhe bem! Algum projetista da Natureza andou aprontando com seus olhos... Estas flores se parecem com vários gansos olhando em direção a algum ruído.